
A última maré de São Veríssimo
Uma auditora morta em um armazém isolado, documentos sumidos e um porto inteiro afundado em fraude.
Porto de São Veríssimo, 1995. A auditora-chefe Miriam Duarte é encontrada morta no interior do Armazém 9, em área de acesso restrito. A cena parece, à primeira vista, um roubo que terminou em tragédia: alguns objetos fora do lugar, desordem calculada… mas nada realmente valioso foi levado.
O que desapareceu de verdade foram documentos. Miriam vinha cruzando manifestos de carga, apólices de seguro e livros de descarga e havia encontrado um padrão: contêineres com peso que não batia, seguros inflados e registros “corrigidos” depois do expediente.
Em A Última Maré de São Veríssimo, os jogadores assumem o papel de investigadores encarregados de reconstruir:
A cronologia da noite do crime, minuto a minuto, dentro e fora do porto
As ligações entre o homicídio e um esquema de fraude aduaneira envolvendo empresas, funcionários e autoridades
A cadeia de provas que aponta para o verdadeiro assassino e desmonta a encenação de latrocínio
O caso é resolvido por leitura cruzada de documentos: laudos periciais, relatórios policiais, livro de ronda rasurado, registros telefônicos, extratos bancários, cartas, recortes de jornal e o caderno cifrado da própria vítima.
Seu grupo precisa identificar quem matou Miriam, por quê, como, quando e quais documentos desapareceram naquela noite — e provar tudo com base nas evidências.

